Um festival de filmes contra o esquecimento
Um festival de filmes contra o esquecimento
Um festival de filmes contra o esquecimento
Um festival de filmes contra o esquecimento
Um festival de filmes contra o esquecimento
Um festival de filmes contra o esquecimento

Um festival de filmes contra o esquecimento

NOVE ANOS DO INTERNATIONAL URANIUM FILM FESTIVAL

 

40 anos Three Mile Island, 33 anos Chernobyl, 32 anos Goiânia, 8 anos Fukushima, 9 anos do Uranium Film Festival. 

Em 2010, alguns meses antes do reator de Fukushima explodir, o Uranium Film Festival foi fundado no Rio de Janeiro, pelo jornalista alemão Norbert G. Suchanek e pela cientista social brasileira Marcia Gomes de Oliveira. É o primeiro festival de cinema no mundo a abordar todas as questões nucleares e radioativas: de Hiroshima à Fukushima, da mineração de urânio ao lixo nuclear. Este festival de cinema combina arte, ciência e justiça ambiental à medida que informa o público sobre os riscos da radiação ionizante, a história da mineração e moagem de urânio, questões sobre energia nuclear, armas nucleares e todo o ciclo do combustível nuclear. A cada ano mais e mais produções audiovisuais vindas dos quatro cantos do mundo passam a informar o público sobre do que realmente significa viver na Era Atômica. 

"Não importa se você é a favor ou contra o uso da energia nuclear ou da mineração de urânio: todas as pessoas devem ser informadas sobre seus riscos", afirmou Suchanek.

Nos últimos nove anos, o International Uranium Film Festival organizou com sucesso mais de 60 festivais em oito países. Trouxe mais de 250 “filmes atômicos” para mais de 40 cidades, exibidos em cinemas, centros culturais e universidades. O festival não só acontece anualmente no Rio de Janeiro, mas também esteve oito vezes Berlim, duas vezes em cidades da Índia, como Nova Delhi, Hyderabad e Mumbai, duas vezes nos Sudoeste dos Estados Unidos, Window Rock, Albuquerque e Santa Fé. Também esteve em Nova York, Washington e Hollywood, Cidade de Quebec e Montreal, Lisboa e até em Amã, capital da Jordânia.

“É claro que nem toda sessão do festival é lotada”, diz o fundador do Festival. "Às vezes apenas algumas pessoas aparecem e às vezes temos uma boa bilheteria, como em Hollywood 2016. “O maravilhoso e enorme cinema Charlie Chaplin dos famosos Raleigh Studios estava lotado.", finaliza. Além do público presente, incontáveis ​​milhões de pessoas indiretamente participam do Uranium Film Festival através de contribuições de TV, reportagens de jornais e distribuição na Internet, aprendendo sobre os “filmes atômicos” e seus conteúdos.

Todos os anos, o Uranium Film Festival premia os melhores filmes com o seu troféu, que é um apoio significativo para os cineastas. Graças ao Uranium Film Festival, documentários como "High Power", do indiano Pradeep Indulkar, passou a receber grande atenção em todo o mundo. Após receber o nosso troféu, ele foi convidado para uma volta ao mundo, exibindo o seu filme. Além disso, o filme só ganhou permissão para ser exibido na Índia após ser premiado no Rio. Outro exemplo, é o filme “Final Picture” do jovem diretor alemão Michael von Hohenberg que recebeu o troféu do festival em 2014. Depois do Rio, o filme conquistou Hollywood e recebeu vários prêmios. São apenas dois exemplos de muitos outros.

Em 2015, o festival foi organizado pelo governo do povo indígena Cree, no Canadá: "Tivemos a honra de sediar o Uranium Film Festival em Quebec", disse o Grande Chefe Matthew Coon Come. E elogia o co-fundador e diretor geral do Uranium Film Festival, Norbert G. Suchanek. "O Grande Conselho Cree valoriza e respeita muito seu trabalho duro e sua visão criativa, bem como o apoio que você demonstrou para a luta da Nação Cree contra a mineração de urânio." 

E Claus Biegert, fundador do Nuclear-Free Future Award e co-organizador do lendário World Uranium Hearing disse em uma entrevista: “Eu testemunhei o surgimento do Uranium Film Festival. O Uranium Film Festival faz uma grande contribuição contra o esquecimento. "É muito importante que a era atômica termine. Nós, humanos, começamos. É por isso que cabe a todos nós terminá-la. E como fazer isso é a grande questão. Mas o Uranium Film Festival nos ajuda a pensar sobre isso." 

Outro apoio alemão, vem do Parlamento, na figura do Deputado Klaus Mindrup, patrono do festival em Berlim: “Lidar com o tema da radioatividade e seus perigos é uma questão global. Portanto, é extremamente importante que o Uranium Film Festival seja ativo em todo o mundo. Eu gostaria de agradecer sinceramente a todos aqueles que, com seu grande trabalho, estão empenhados em fazer o festival acontecer em muitos lugares ao redor do mundo.  Não devemos permitir que pessoas individuais ou estados inteiros fechem os olhos para os perigos da energia nuclear”. 

Recentemente, em novembro de 2018, o festival foi pela segunda vez na capital do povo indígena Navajo, em Window Rock, Arizona. A jornalista Libbe HaLevy, produtora da estação de rádio online “Nuclear Hotseat”, veio de Los Angeles para cobrir o evento, e disse no ar: „International Uranium Film Festival - Window Rock: Eu não posso nem começar a descrever como essa experiência é maravilhosa. As pessoas, a informação vinda dos filmes, o coração, as lágrimas, a vontade feroz e bondade do povo da Nação Navajo, as conversas: E todo esse ambiente criado pelos filmes surpreendentes, cada trabalho de amor, convicção e cuidado. Poder, coração, dignidade, alma e informação profunda ”.

Desde o início, o Uranium Film Festival acontece com doações individuais e apoiadores. Apenas com a ajuda de pessoas, instituições e empresas interessadas, o festival é possível. A demanda é grande. O Uranium Film Festival recebe convites com frequência. Da Groenlândia à Tanzânia, da França à África do Sul.

Em 2019, já está na agenda do festival a cidade sede, Rio de Janeiro, de 25 de maio a 2 de junho. Em setembro, chega à Portugal. E, no final do ano, planeja voltar a Hollywood, com os melhores “filmes atômicos” do ano. Suchanek: „É apenas uma questão de apoio. Se cada um que se preocupa com o futuro da Humanidade contribuísse com 1 real, poderíamos organizar facilmente o Uranium Film Festival em mais de dez cidades, a cada ano, em todo o mundo ”.

COLABORE

O International Uranium Film Festival somente é possível com doações de pessoas, empresas e instituições conscientes. Lamentavelmente, a maioria das empresas que se dizem social e ambientalmente responsáveis ainda não apoiam o festival, embora o festival já tenha alcancado sucesso mundial.

Se você puder nos ajudar, basta fazer sua doação, de qualquer valor. Apenas sugerimos um valor acima de R$ 40,00 / 10 Euro tendo em vista as taxas e custos das transações bancárias. Sua ajuda será importante para organizar o Uranium Film Festival, como agora em Portugal, anualmente no Rio de Janeiro e mais aonde ele precisa estar. Faça sua doação por um mundo consciente dos riscos nucleares. Não podemos esquecer as catastróficas consequências como aconteceu em Hiroshima, Chernobyl, Goiânia ou Fukushima e dos riscos diários da mineração, processamento e uso do urânio e demais minérios radioativos.

Márcia Gomes de Oliveira
Fundadora e Diretora Executiva 

Norbert G. Suchanek 
Idealizador, Fundador e Diretor Geral
 

Entre em contato para mais informações e detalhes bancários info@uraniumfilmfestival.org
Ou doar via PayPal

 
 
Depoimentos e filmes sobre o Festival
Claus Biegert: About the Uranium Film Festival video
Manfred Mohr: About the Uranium Film Festivl video
 

Contato
Uranium Film Festival
Rua Monte Alegre 356 / 301
Santa Teresa / Rio de Janeiro / RJ
CEP 20.240-195
Email: info@uraniumfilmfestival.org